quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Vídeo sobre morador de rua que mora na Câmara Municipal de Nova Iguaçu
Melhor que contar como é a vida de uma pessoa que, na falta de teto, acaba se abrigando em um prédio público abandonado, com uma obra parada, é ver como esse espaço se torna a casa de alguém. Em uma espécie de tour pela fantasma Câmara Municipal de Nova Iguaçu, Seu Antônio, incrivelmente não chamado de "invasor", como costuma aparecer nesses casos, mostra sua casa ao repórter Fernando Torres, do jornal Extra. Faxina no plenário local é algo que talvez não venha a se repetir no futuro...
domingo, 12 de outubro de 2008
13ª Parada do Orgulho Gay em Copacabana
Pedindo a criminalização da homofobia, a 13ª Parada do Orgulho Gay tomou a Avenida Atlântica em um domingo que teve ainda a Meia Maratona, a procissão de Nossa Senhora Aparecida e a comemoração do Dia das Crianças. A diversidade de eventos teve lugar em Copacabana, onde a Parada, embora incorporada ao calendário anual, ainda é vista como "curiosidade" por alguns moradores. Essa e outras impressões fazem parte do vídeo abaixo, que, informalmente, procurou registrar um pouco do que sentem aqueles diretamente envolvidos com o evento e as pessoas que se pretendem espectadores da Parada.
Frases como "A gente é normal, não é deficiente", "Ninguém aqui é mutante" e "Muitos vêem como um carnaval superficial, mas o fundamental é a conquista de espaço político" dividiram a orla de Copacabana com declarações de outra ordem neste domingo: "Não consigo entender a razão de existir uma parada gay", "Não estou inteirado desse negócio. Acho engraçado" e "Vejo um certo excesso por parte desse público, parece que é o fim do mundo".
Durante o desfile dos vinte trios elétricos, em meio à música eletrônica, Madonna e Amy Winehouse, o Grupo Arco-Íris pediu votos pela aprovação do Projeto de Lei 122/06, que tramita no Senado, e propõe a criminalização da homofobia. Os organizadores da Parada estimam que o público deste ano tenha batido o recorde de 1,2 milhão de pessoas reunidas na edição de 2007. Entre elas, estavam, mais uma vez, o governador Sérgio Cabral e o ministro Carlos Minc.
Frases como "A gente é normal, não é deficiente", "Ninguém aqui é mutante" e "Muitos vêem como um carnaval superficial, mas o fundamental é a conquista de espaço político" dividiram a orla de Copacabana com declarações de outra ordem neste domingo: "Não consigo entender a razão de existir uma parada gay", "Não estou inteirado desse negócio. Acho engraçado" e "Vejo um certo excesso por parte desse público, parece que é o fim do mundo".
Durante o desfile dos vinte trios elétricos, em meio à música eletrônica, Madonna e Amy Winehouse, o Grupo Arco-Íris pediu votos pela aprovação do Projeto de Lei 122/06, que tramita no Senado, e propõe a criminalização da homofobia. Os organizadores da Parada estimam que o público deste ano tenha batido o recorde de 1,2 milhão de pessoas reunidas na edição de 2007. Entre elas, estavam, mais uma vez, o governador Sérgio Cabral e o ministro Carlos Minc.
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